A Matemática do Carbono Policial
Uma viatura de patrulha roda, em média, 120km por turno. Grande parte dessa quilometragem é gasta em patrulhamento preventivo não direcionado, um modelo de baixa eficiência e alto consumo de combustível. A queima de combustíveis fósseis em frotas de segurança representa uma parcela significativa da pegada de carbono de um município.
Otimização de Rota com Pontos de Estacionamento Estratégico (PEE)
A inteligência preditiva do Gaq substitui o patrulhamento aleatório por uma alocação de recursos baseada em dados. Em vez de circular incessantemente, as viaturas são direcionadas para "Pontos de Estacionamento Estratégico" (PEEs), locais de alta probabilidade de incidentes, onde permanecem com o motor desligado, aguardando um alerta. A intervenção ocorre apenas quando o sistema sinaliza um risco iminente.
Impacto Ambiental Mensurável
A adoção do modelo PEE em nossa cidade-piloto resultou em uma redução de 18.4% no consumo de combustível da frota policial em três meses. Isso não apenas gera economia direta para o erário público, mas também contribui significativamente para as metas de sustentabilidade e redução de emissões de CO2 da cidade, alinhando a segurança pública com os princípios de governança ambiental, social e corporativa (ESG).